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ADBUDGET | MERCADOS

Postado em 8/2/2010 16:00 por Luiz Morcelli

BHG anuncia aquisição do Hotel Internacional Foz



A Brazil Hospitality Group (BHG) anunciou a compra do Hotel Internacional Foz, na cidade de Foz do Iguaçu.
Com a realização do negócio, o hotel passa a ser administrado com a bandeira Golden Tulip.
O novo empreendimento será o 32º da carteira do BGH.
O hotel possui área construída total de 21.000 m², com 214 apartamentos.
Além da estrutura hoteleira, o empreendimento conta ainda com 6.000 m² de área de eventos anexo ao prédio principal.
Pieter J. F. van Voorst Vader: presidente da BHG.
A BTG destacou a importância do município que, além de ponto turístico, vem consolidando sua posição como ponto empresarial, já que fica na região da fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Postado em 8/2/2010 15:00 por Luiz Morcelli

China vai disputar leilão do trem-bala no Brasil e procura empresas brasileiras para parceria em consórcio



A China decidiu participar da concorrência para o trem de alta velocidade que vai ligar Rio, São Paulo e Campinas e busca empresas brasileiras das áreas de construção e consultoria para integrar seu consórcio.
Na semana retrasada, representantes do Congresso e do governo brasileiros estiveram na China para conhecer a malha de trens rápidos do país, que até 2013 será a maior do mundo.
A expectativa do governo é que entrada dos chineses na disputa force a redução dos preços, já que se avalia que a proposta será agressiva.
Os representantes de Pequim sustentam que possuem o trem mais barato e rápido do mundo.

Postado em 8/2/2010 14:00 por Luiz Morcelli

British Telecom entra na telefonia fixa no Brasil



A British Telecom é a maior operadora de telecomunicações do Reino Unido.
A BT  resolveu operar telefonia fixa no Brasil.
O serviço, no entanto, será oferecido somente para grandes empresas, por meio de sua unidade BT Global Services.
Com a telefonia fixa, a BT irá oferecer um pacote completo de serviços IP no Brasil.
Jacinto Cavestany: vice-presidente da companhia para a Ibéria e América Latina.
Anteriormente, a companhia tinha de atender aos seus clientes com linhas de concorrentes como a Oi e a Telefônica.
A BT tem uma licença nacional de telefonia fixa, mas o serviço estará disponível inicialmente só em três cidades: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.
Sérgio Paulo Gallindo: diretor geral da BT Brasil.
A companhia possui um código de discagem de longa distância, o 47.
A licença torna a BT mais competitiva, pois ela deixa de depender dos rivais para oferecer linhas fixas.

Postado em 8/2/2010 12:28 por Luiz Morcelli

Banco Bonsucesso deve patrocinar o Santos



O Santos está negociando com o Banco Bonsucesso para ser o seu patrocinador em 2010.
Já teve reunião entre os presidentes do banco, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, e do clube, Luis Álvaro Ribeiro, para tratar do assunto.
Em discussão, um contrato de 15 milhões de reais.

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Postado em 8/2/2010 11:44 por Luiz Morcelli

Funcef planeja oferecer previdência a empresas privadas



O fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal estuda se abrir já em 2010 para o mercado de previdência complementar.
Guilherme Lacerda: presidente da Funcef.
A Caixa deve seguir os passos de fundos de pensão que já oferecem planos de previdência para trabalhadores de empresas privadas.

Postado em 8/2/2010 11:40 por Luiz Morcelli

Romi tenta comprar Hardinge



Uma das maiores fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos, a Romi fez uma oferta hostil para adquirir a americana Hardinge.
Se for bem sucedida em convencer os acionistas, a companhia brasileira aproveitará a crise para fazer um ótimo negócio: comprar por US$ 92 milhões uma empresa que valia quase US$ 460 milhões em meados de 2007.
Ao adquirir a Hardinge, a Romi praticamente dobraria o volume de vendas, teria fábricas em diferentes continentes, incrementaria o portfólio de produtos e ganharia um canal de distribuição importante na Ásia e nos Estados Unidos.
Livaldo Aguiar dos Santos:  diretor-presidente da Romi.
Há dois meses, a fabricante brasileira procura, sem sucesso, a diretoria da Hardinge para uma negociação.
Por causa da falta de interesse da empresa americana, a Romi entregou ontem na SEC, o órgão regulador do mercado dos Estados Unidos, uma oferta para a aquisição de todas as ações da concorrente.

Postado em 7/2/2010 10:02 por Luiz Morcelli

LS9 quer produzir diesel de cana no Brasil



A empresa de biotecnologia americana LS9 procura parcerias com usinas do setor sucroalcooleiro no Brasil para produzir diesel de cana-de-açúcar, de acordo com o presidente da companhia, Bill Haywood.
O Brasil vai ser a base da LS9 para testar a nova tecnologia desenvolvida pela empresa.
A LS9 anunciou a descoberta de um método de produção revolucionário e de baixo custo para transformar a celulose contida na biomassa em combustíveis renováveis em um processo que envolve apenas uma fase. 
A LS9 já está em negociações com algumas usinas no Brasil para produzir o diesel de cana.
Uma dessas empresas é a usina Jalles Machado, localizada em Goianésia, Goiás.
A expectativa da LS9 é de possuir pelo menos uma unidade produzindo o diesel de cana a nível comercial no Brasil já no início de 2013.
Entretanto, unidades poderão produzir em escala menor já a partir de 2010.
O volume de investimentos necessário será determinado em função do tamanho da produção a ser realizada, o que será definido no decorrer nos próximos seis meses.
O objetivo é encontrar o parceiro ideal para uma implementação rápida e segura.

Postado em 6/2/2010 10:00 por Luiz Morcelli

Kraft obtém mais de 75% da Cadbury



A Kraft Foods anunciou que passou a deter 75,41% de aceitação dos acionistas da Cadbury até a quinta-feira e que vai retirar as ações da fabricante britânica de chocolates até pelo menos 8 de março.
A Kraft afirmou assumindo que ficará com 90% de aceitação dos acionistas da Cadbury, tem a intenção de se movimentar em direção a uma compra compulsória de qualquer ação da Cadbury que ainda estiver em circulação no mercado.
Em 2 de fevereiro a Kraft anunciou que conseguiu quase 72% de aceitação dos acionistas da Cadbury para selar uma oferta de aquisição de 11,7 bilhões de libras e criar a maior fabricante mundial de confeitos, após quase nove meses de negociações.

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Postado em 5/2/2010 14:00 por Luiz Morcelli

Cielo irá credenciar Mastercard a partir de 1º de julho



A Cielo já está fazendo mudanças operacionais para iniciar o credenciamento para a Mastercard a partir de 1º de julho, quando deixará de ser a credenciadora exclusiva da Visa.
Rômulo de Mello Dias: presidente da Cielo.
Para operar com uma bandeira do porte da Mastercard, é necessário fazer uma série de modificações nos sistemas.
As credenciadoras que passarem a trabalhar com a Visa vão passar por profundas transformações e a Cielo também terá que fazer o mesmo para conseguir capturar as operações da Mastercard.
Até o final de junho, a Cielo será credenciadora exclusiva da Visa.
A partir dessa data, poderá trabalhar com outras bandeiras, da mesma forma que a Visa fica liberada a dar licença para que outras empresas façam o credenciamento dos estabelecimentos comerciais interessados em trabalhar com a bandeira.
A Cielo irá se tornar uma credenciadora multibandeira, e para isso quer aceitar também os cartões da American Express, bandeiras regionais e de empresas presentes apenas no exterior.
Nesse último caso, a ideia é permitir que os estrangeiros portadores desses cartões possam utilizá-los em viagens ao Brasil.
Hoje, a principal concorrente da Cielo é a Redecard, mas outras empresas devem entrar no mercado de credenciamento de cartões. Santander e GetNet anunciaram uma parceria para fazer o credenciamento inicialmente da Mastercard a partir do primeiro semestre de 2010, mas que depois será estendido a outras bandeiras.
Mesmo nesse cenário de maior concorrência, a Cielo tem condições de manter a liderança.
Hoje, a empresa tem 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados; foram 380 mil só em 2009.
Para manter os atuais estabelecimentos comerciais e conquistar novos, a Cielo aposta que a distribuição física fará a diferença.
A distribuição e a presença física serão fundamentais nesse novo cenário.
A Cielo pretende contar com a contribuição do Banco do Brasil e Bradesco, que possuem as maiores redes de agências bancárias no Brasil e que são os dois principais controladores da Cielo.
Cerca de 25% dos novos credenciados em 2009 foram conquistados a partir das vendas pela equipe comercial da própria empresa.
A maior parte (75%) é proveniente de parcerias com diversos bancos.
Para as instituições financeiras, o interesse em fechar esse tipo de acordo é manter em seu caixa os recursos dos cartões de débito e crédito das empresas credenciadas.

Postado em 5/2/2010 12:00 por Luiz Morcelli

Bernardo Gradin, presidente da Braskem



Idade: 45 anos.
Família: Casado, dois filhos; é filho de Victor Gradin, acionista minoritário do grupo Odebrecht.
Formação: Engenharia civil pela Universidade Federal da Bahia, mestrado em política internacional pela Universidade da Pensilvânia e MBA pela Wharton Business School.
Carreira: Trabalha na Odebrecht desde os 22 anos. Seu primeiro cargo foi como trainee na construtora do grupo. Antes de assumir a presidência da Braskem, em julho de 2008, comandava a Odebrecht Investimentos e Infraestrutura. Foi membro do conselho de administração de diversas empresas do grupo, como Copesul, Cetrel, OPP Química e Trikem.